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Tuesday, April 3, 2012

Monday, April 2, 2012

Campanha da Samsung procura 100 jovens para levar aos Jogos Olímpicos







A Samsung está a desenvolver uma campanha global de comunicação para encontrar cem pessoas disponíveis para ver os Jogos Olímpicos em Londres, e escrever sobre eles.

Segundo a companhia, a iniciativa denominada de Samsung global blogger, oferece "uma experiência única a todos os jovens que queiram viajar até Londres e escrever para milhões de pessoas.
Para o efeito a marca criou um blog, onde os escolhidos irão trabalhar: www.samsungglobalblogger.com.
Segundo os responsáveis do projeto, "os candidatos irão passar um processo de seleção" onde serão avaliadas capacidades para escrever histórias emocionantes que ocorram em Londres e gerar assim uma grande expetativa sobre os Jogos Olímpicos".
Para participar, os interessados devem apresentar um vídeo de 30 segundos onde expliquem porque devem ser eleitor. O critério de seleção passará pela "criatividade e entusiasmo".
A empresa paga viagens, estadia de dez dias, bilhetes e gastos extra.

Sunday, April 1, 2012

Super bock e Sagres mudam imagem


Sagres e Super Bock mudam de imagem Não há coincidências. E no mercado das cervejas muito menos. Pressionadas pela queda do consumo (-5%, em 2011), e porque o calor está aí, a Sagres e a Super Bock põem os seus departamentos de marketing a mexer (o comercial também não escapa). E é ver o corrupio de reposicionamentos e rebranding de produto.
A cerveja da Sociedade Central de Cervejas (SCC) foi a primeira a anunciar a mudança de imagem, a 15 de março, mas só chegará às garrafas no início de abril. Curiosamente, foi a 15 de março que a Unicer pôs à venda a sua cerveja com nova imagem, a mesma que apresentou apenas no dia 29, com a campanha publicitária que assinala o reposicionamento A Vida É Super.
A guerra rebentou de novo e só o consumidor poderá decidir quem ganha. Para tal, o preço conta e muito, mas os marketeers argumentam que uma boa imagem é tudo. Daí terem ido buscar os melhores. A Sagres, que quis reforçar os valores da portugalidade, foi buscar a Claessens International.
 Uma agência de design e packaging do Reino Unido para comunicar a portugalidade, quando existem várias nacionais e até premiadas? Sim, e pagou meio milhão de euros, porque, justifica Nuno Pinto Magalhães, diretor de comunicação e relações institucionais da SCC: "Abrimos um concurso em que participaram várias empresas portuguesas [que não revela], mas a proposta da Claessens pareceu-nos a melhor", tanto mais que "foi a que deu provas de conhecer melhor a história da Sagres, condição essencial para este trabalho", o que advém do facto de "ter trabalhado para a marca em ocasiões anteriores - nos rebrandings de 1992 e 1995".
O resultado é uma imagem em que o escudo, com as quinas - presente na marca desde 1940 -, ganha maior visibilidade, através do dourado e das cores nacionais - o verde e o encarnado. E é para ser aplicada em todos os mercados em que está presente. Se vai ou não ajudar a subir as vendas da marca lá fora? "A exportação é um dos fatores de crescimento do nosso negócio, numa altura de quebra de consumo generalizado em Portugal", diz Pinto Magalhães, não arriscando uma previsão.
Já a Super Bock escolheu a Design Bridge, empresa com 25 anos de experiência e escritórios em Londres, Amesterdão e Singapura, com clientes de peso como Pernod Ricard, Mars ou Panasonic. "Uma empresa bastante reputada", defende João Esteves, diretor de marketing de cervejas da Unicer, justificando que a mudança de imagem é um trabalho com "muitas nuances", pois "estas empresas que trabalham bebidas alcoólicas têm já uma semiótica, um conhecimento da simbologia... O que para nós é um círculo, para eles, composto com mais dois símbolos, é uma imagem e tem um significado completamente diferente. Isto acontece depois de se criar muitas marcas em muitos países e de se ter uma especialização." 
João Esteves remata: "Em Portugal, não temos um mercado para que uma agência se possa especializar nesta missão, razão por que vamos lá fora."
Mas a mudança de imagem casa com a nova campanha publicitária, totalizando 10 milhões de euros de investimento. O que faz que, nesta altura, o projeto seja "absolutamente único para a Super Bock evoluir. Não é uma revolução, é uma evolução", diz o diretor de marketing, explicando que esta foi também a ideia do briefing, passada à agência Euro RSCG, que se estreia na Super Bock depois de 15 anos de ligação da marca à Strat.
"Quisemos olhar para o que sempre esteve na génese da Super Bock", diz, para lembrar que "reza a história que o nome Super Bock vem de um momento em que se estava a fazer uma cerveja bock [baixa fermentação e alto teor alcoólico] e quem provou disse: 'Isto não é uma bock, é uma superbock'. Daí olharmos para dentro, para saber em que é que a marca acredita e o que é que quer representar, para decidir o que queremos ser e fazermos por isso. E isso é 'Bom. Ótimo. Super'."

Retrato
Na sua estratégia de comunicação para conquistar vendas, a Sagres reforçou a sua aposta no território do desporto com o patrocínio da Selecção e da Liga Zon Sagres, entre outros, tendo deixado a área da música para o concorrente. Já a Super Bock tem na música o seu território natural, com o Super Bock Super Rock, mas também pisca o olho ao desporto, através da Carlsberg, patrocinadora do Euro 2012

Starbucks abre num antigo cofre bancário

Starbucks 


Amesterdão aguenta tudo, pede tudo, gosta de ser impressionada. A Starbucks quer expansão, quer novos produtos, lojas diferentes. A conjugação é perfeita.
A marca escolheu a cidade holandesa para arriscar e transformar um antigo cofre bancário numa experiência Starbucks. E a loja já tem nome: The Bank.
A loja será construída no cofre de banco histórico da cidade, terá uma parte subterrânea e será feita pelas mãos de artistas e artesãos locais. Como resultado mistura-se o antigo ao novo para criar um espaço único.
O conceito do espaço também é inovador: será a unica loja laboratório e por isso responsável por uma evolução na experiência de beber café, nos produtos e nos sabores. 

Museu do Oriente ensina a cozinhar com flores



O Museu do Oriente, em Lisboa, vai ensinar a cozinhar com flores comestíveis através de um ateliê que promete surpreender os interessados com a infinidade de flores e ervas que podem ser usadas na alimentação.

A organização explica que o workshop terá por base uma partilha de receitas com ervas aromáticas e flores comestíveis. No decorrer da ação, os participantes aprenderão a confecionar receitas simples, originais e saborosas, desde sobremesas a bebidas, passando por entradas, sopas e outros pratos.

 A formação, marcada para 21 de Abril entre as 10.00h e as 13.00h, será dada por Fernanda Botelho, especialista em plantas medicinais, e tem um custo de 30 euros por pessoa.

Estúdios de Harry Potter abriram ao público (com vídeo)



Já é possível ver de perto a famosa escola de feitiçaria onde Harry Potter viveu grandes aventuras. Os estúdios onde foram gravados os oito filmes da série criada por J.K.Rolling estão abertos a público nos arredores de Londres e prometem uma visita guiada pelo making-off da obra cinematográfica.
Maquetes, cenários e vestuário prometem encantar os fãs da saga dos jovens feiticeiros. A organização espera receber, já no dia de abertura, cerca de 5 mil visitas.
O passeio começa pelo salão principal, com paredes de pedra falsa, piso de pedra verdadeira e mesas grafitadas, onde, na ficção, os alunos da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts se reuniam.
Também foi preservada a Sala Comum dos Gryffindor (equipa à qual pertencia Harry), o gabinete do professor Dumbledore, a cabana de Hagrid, a cozinha dos Weasleys e uma parte do Ministério da Magia.
A gigantesca aranha Aragog, uma versão robótica do hipogrifo Buckbeak e manequins muito fiéis à imagem dos atores permitem que o visitante veja de perto o minucioso trabalho envolvido em cada cena.
"Há simplesmente detalhes em tudo", disse Rupert Grint, que nos filmes interpreta Ron Weasley, o melhor amigo de Harry Potter.
"Fico feliz por não ter sido tudo guardado num depósito para ganhar pó e ser esquecido, porque é algo que realmente deve ser reconhecido", disse o ator à Reuters, sentado na cozinha fictícia da família Weasley.
A visita, que dura cerca de três horas, termina com uma caminhada pela Avenida Diagonal que culmina com a entrada num salão ocupado por uma enorme maquete do castelo de Hogwarts.
Os pátios, torres e vigias do edifício foram filmados e ampliados com efeitos digitais e mais de 2500 luzes foram instaladas para simular lanternas e tochas no interior.
O preço dos bilhetes é de 28 libras (cerca de 33,5 euros) para adultos e de 21 libras (cerca de 25 euros) para crianças, valores que têm motivado algumas críticas. Os menores de cinco anos têm entrada livre.

Clique AQUI para visitar o site oficial do “The Making of Harry Potter” (em inglês).

Homem cego é o primeiro "condutor" do carro da Google (com vídeo)


Homem cego é o primeiro "condutor" do carro da GoogleA primeira pessoa a viajar a bordo do novo carro da Google, no lugar do condutor, foi Steven Mahan, um californiano que perdeu 95% da visão. A experiência foi feita a convite da empresa que, em 2010, desenvolveu o inovador automóvel que se auto conduz.
De acordo com a Google, a viagem foi organizada como forma de realizar mais uma experimentação técnica, mas também para mostrar aquilo que “a tecnologia autónoma pode proporcionar se forem aplicados standards de segurança e técnicas rigorosas”.
O momento foi registado em vídeo e publicado no YouTube na passada quinta-feira como forma de assinalar o cumprimento de 200 mil milhas (cerca de 470 mil quilómetros) de condução computadorizada.
A bordo de um Toyota Prius, Mahan viaja por Sillicon Valley, na Califórnia, EUA. Para num restaurante para pedir um “taco” e depois segue para recolher a roupa numa lavandaria, sem sequer precisar de alguma vez colocar as mãos no volante. Pelo caminho brinca: “Esta é uma das melhores conduções que já fiz”.
 “Isto mudaria a minha vida porque me daria a independência e a flexibilidade para ir aos sítios que quero visitar e aos sítios que preciso de visitar” diz o norte-americano aos funcionários da Google que o acompanham.

"Prevenir acidentes", "poupar tempo" e "reduzir emissões de carbono"
O carro está equipado com um sensor no tejadilho, capaz de captar imagens e construir mapas tridimensionais das áreas envolventes, incluindo a posição relativa de outos veículos.

No espelho retrovisor está instalada uma câmara que deteta sinais de trânsito e elementos em movimento. Além de sensores de proximidade, o automóvel contém uma base de dados com informações geográficas e indicações sobre os limites de velocidade.
A tecnologia foi patenteada pela empresa em Dezembro de 2011, através de um documento que descreve a criação de indicadores de estacionamento predefinidos e a deteção, pelo carro, desses mesmos indicadores. 
Através da posição relativa dos marcadores de referência, o veículo está ainda apto a conhecer a sua posição exata. Para se dirigir de um local ao outro, o veículo recebe instruções via internet. 
Quando o projeto foi revelado, Sebastian Thrun, o engenheiro responsável, referiu que o objetivo é "ajudar a prevenir acidentes, poupar tempo às pessoas e reduzir as emissões de carbono".

Aceda à patente do carro da Google AQUI.